segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Folder/Placa Mídia à Mão
Para o trabalho também confeccionamos um folder horizontal em formato de placa contando detalhadamente o assunto do nosso trabalho, repleto de imagens e exemplos de mídia à mão. Impresso tá ainda mais bonito!!
Mídia à mão é eficaz?
Quem nunca andou na rua e se deparou com uma placa pintada anunciando a borracharia da esquina ou o bar do outro lado da rua? Quem nunca se acabou de rir dos erros gramaticais absurdos ou da tipografia aparentemente desregulada desses tipos de placas? Apesar de tudo isso, percebemos que esse tipo de mídia à mão pode ser bem eficiente, além de servir de inspiração para grandes designers, diretores de arte e tipógrafos.Conhecido também como arte vernacular, as placas feitas à mão não devem serem vistas como algo “menor”, marginal ou anti-profissional, mas como um amplo território onde seus habitantes falam um tipo de dialeto local. O termo vernacular sugere a existência de linguagens visuais e idiomas locais que remetem a uma determinada cultura. São comunicações feitas à mão e a margem do conhecimento erudito.
O erudito e o popular são faces de uma mesma cultura. O tem que ser feito é evitar olhar do alto, onde as manifestações populares são percebidas por suas supostas falhas e erros.O design vernacular é uma forma de comunicação eficiente, que cumpre seu propósito de levar informações àqueles que habitam no entorno do sapateiro, dono do bar, etc.
Seria útil afirmar ser necessário resguardar as apropriações das formas discriminatórias, pois o confronto desigual do design erudito com o vernacular tem revelado, às vezes, abordagens equivocadas.Isso se refere à consciência das diferenças culturais e históricas, da compreensão de diferentes contexto, para que as apropriações não aconteçam em desigualdade de poder e desautorizadamente, pois nessas negociações a cultura dominante imita e manipula as verdades da outra cultura.
O tal do vídeo
Fique sabendo como acontece o processo de fabricação de faixas e cartazes.
E é isso, sem mais caracteres.
E é isso, sem mais caracteres.
domingo, 27 de novembro de 2011
Mãos à obra!
Tintas, pinceis, sujeira e muuuuuuuuita paciência. Foi assim que a gente produziu e se divertiu nos últimos dias.
A produção do mural para a mídia surpresa foi trabalhosa,
mas parece que deu tudo certo. Ah! Tem também outra surpresinha, mas não posso contar, só adianto que é feito com latões de tinta.
Material utilizado: Um painel de madeira, tintas variadas, latões de tinta e latinhas de leite vazias.
Em seguida, começamos a cortar papel Paraná para fazer as plaquinhas do mini poste, que também foi confeccionado pela gente, com a ajudinha dos pais do Alyson e do Álvaro (e de sua furadeira mágica).
Para o poste, utilizamos uma haste de alumínio, furadeira, papel paraná, mais alumínio para fazer o suporte e um toque final, que é segredo.
Pronto, agora falta só a gente apresentar pro mundo. Ufa!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Projetos e mais projetos. Esse é o começo de uma ideia.
DISPLAY: O nosso display seria uma miniatura de um poste. Nele, estariam várias plaquinhas feitas à mão, já que, na paisagem urbana, se vê muito desse tipo de propaganda. Ah! Não podemos esquecer do espacinho destinado à colocação dos folders.
MÍDIA SURPRESA: Trata-se de um painel, estilo mural, com latas de diversos tamanhos e formatos que seriam úteis para armazenagem do material de trabalho deste profissional. Pincéis, tintas e lápis são exemplos destes instrumentos.
APRESENTAÇÃO: Para incrementar a apresentação, decidimos nos apresentar sentados em bancos que seriam feitos de latas de tinta com almofadas.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Cartazes de Mercantil
Na maioria dos supermercados, existem profissionais chamados
cartazistas com a função de produzir cartazes (sério?!) dos produtos que estão
em promoção. O processo de produção é bastante simples. Diariamente, eles
recebem uma lista do setor de administração ou de marketing com os produtos em
promoção para serem colocados em cartazes com a marca do supermercado. Apesar
de parecerem iguais, podemos identificar o estilo de cada cartazista em
diferentes cartazes, seja no tamanho da letra, na posição da palavra ou no formato
do cartaz. Até porque alguns profissionais são especializados em grafite e
outros em pintura, ou seja, diferentes técnicas, mas sempre obedecendo uma
linha cromática para cada item: preço, produto e marca. Contudo, não podemos esquecer
dos famosos clichês. Palavras-chave como: PROMOÇÃO, OFERTA OU 50 VEZES SEM
JUROS devem estar todos em caixa alta e na cor mais berrante!!!!!!!
Muito se discute pelo motivo do uso de cartazes em
supermercados. Alguns marqueteiros comentam que cartazes feitos à mão têm uma
notoriedade mais simplista. Eles querem passar a ideia de que você está em um
lugar simples, como no mercadinho do lado da sua casa, onde os anúncios são
todos manufaturados e artesanais e não em um grande império cheio de produtos. Outros
apenas dizem que é pelo alto custo da fabricação de peças gráficas. Vai
saber...
Livros do Brasil ao pé da letra
Para as pessoas que tem duas paixões em comum: o assunto da última postagem e livros, precisa ver a nossa dica...
Os livros " O Brasil das Placas" e " No país das placas Malucas" são frutos de sete anos de trabalho do jornalista José Eduardo Camargo, que percorreu mais de 200 mil quilômetros fotografando placas manuais de todo o Brasil. Em algumas placas o engraçado vem do erro de português. Na maioria das vezes, o efeito cômico vem de tirar o contexto das mensagens das placas, ou da ambiguidade em si. Ao mesmo tempo, nos faz perguntar por onde anda a educação brasileira( nesses tipo de mídia é onde ela não anda meesmo). Para José Eduardo, muitas das placas estão relacionadas à informalidade do país, que faz comerciantes chamarem atenção para vender seu peixe." É um fenômeno brasileiro, de norte a sul"
Os livros " O Brasil das Placas" e " No país das placas Malucas" são frutos de sete anos de trabalho do jornalista José Eduardo Camargo, que percorreu mais de 200 mil quilômetros fotografando placas manuais de todo o Brasil. Em algumas placas o engraçado vem do erro de português. Na maioria das vezes, o efeito cômico vem de tirar o contexto das mensagens das placas, ou da ambiguidade em si. Ao mesmo tempo, nos faz perguntar por onde anda a educação brasileira( nesses tipo de mídia é onde ela não anda meesmo). Para José Eduardo, muitas das placas estão relacionadas à informalidade do país, que faz comerciantes chamarem atenção para vender seu peixe." É um fenômeno brasileiro, de norte a sul"
Anunciando a falta de educação
Pelas estradas, ruas, becos e vielas à fora, nos deparamos
com dezenas de placas, cartazes ou anúncios em geral, muitos deles feitos à
mão, em que não anunciam somente o comércio da esquina ou a borracharia na
beira da estrada, mas anunciam também o nível de educação do povo brasileiro. É
grande o número de placas contendo erros de ortografia, concordâncias e
redundâncias. Risos a parte, são esses exemplos que provam que a escolaridade
adequada não chegou paras as classes mais populares, e os pequenos
empreendedores não tendo custo para financiar uma comunicação mais eficaz,
acabam improvisando com pedaços de madeira, pneu, ferro e tudo que aprenderam
no ensino fundamental. #vamorefletir
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
ORIGENS
Lá atrás, sem data específica, quando os povos reconheceram a escrita como forma de comunicação e as cidades se desenvolviam, surgiu a necessidade de organização.
Antes informativas, as placas foram ganhando outras funções. A de publicidade surgiu, quase simultaneamente, com o comércio. Quando comerciantes começaram a se preocupar com formas de persuadir o cliente, surgiu a necessidade da propaganda. E, como não havia a tecnologia que há hoje, como televisão, rádio, 3D e outras, só sobrava o modo verbal ou escrito para divulgar. Foi aí que placas foram usadas com o que chamamos de tipografia vernacular, manuscrita.
Já pensou? Cidades cheias de plaquinhas feitas à mão, artesanais e, às vezes, feias...
Antes informativas, as placas foram ganhando outras funções. A de publicidade surgiu, quase simultaneamente, com o comércio. Quando comerciantes começaram a se preocupar com formas de persuadir o cliente, surgiu a necessidade da propaganda. E, como não havia a tecnologia que há hoje, como televisão, rádio, 3D e outras, só sobrava o modo verbal ou escrito para divulgar. Foi aí que placas foram usadas com o que chamamos de tipografia vernacular, manuscrita.
Já pensou? Cidades cheias de plaquinhas feitas à mão, artesanais e, às vezes, feias...
Assinar:
Comentários (Atom)











